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Sede do Instituto Dona Ana Rosa ? racional e econ?mica

Por Marcela Millan  

Multiforme

Nova sede de instituto pode ser desmontada e reutilizada em outro terreno    
?Simplicidade e clareza dos volumes, aliadas ao aspecto funcional e ao uso de sistema construtivo r?pido e limpo, conferem identidade ao projeto?.   Perkins+Will
  Foi um desafio e um aprendizado projetar a nova sede do Instituto Dona Ana Rosa, na zona oeste de S?o Paulo, que atende gratuitamente a cerca de 1.500 crian?as e jovens de baixa renda. Dois grandes fatores estavam em pauta: a implementa??o deveria ser racional e econ?mica, mas ainda assim transformadora; e desmont?vel, para reutiliza??o em outro terreno, em caso de mudan?a. Para isso, Luiz Fernando Rocco, Fernando Vidal, Douglas Tolaine, ?rika Daddario, Adriana Dias, Cezar Tadao, Giovanna Oliva, Fred Zara e Fabio Carone ? do Perkins+Will ? pensaram em uma ?rea constru?da de 850 m?, em steel frame. Segundo eles, trata-se de ?uma obra limpa, respeitosa e equilibrada, que evita desperd?cios?. O programa ? composto por uma ?rea administrativa, salas de reuni?es e diretoria, tesouraria e RH, al?m de recep??o, espera e copa, e de um teatro estilo black box. ?Como um brinquedo, come?amos a imaginar um edif?cio que poderia se transformar de bloco s?lido e monol?tico em um espa?o no qual os vazios deixam um resultado?.   [caption id="attachment_8386" align="aligncenter" width="550"]projeto1 O instituto se destaca pelas formas e pela conex?o entre os blocos. O grande cubo amarelo, a Yellowbox, soma audit?rio e teatro tipo black box. O volume horizontal re?ne galeria, espa?o de exposi??es e sede administrativa, abrindo-se para o jardim. ?A volumetria bipartida responde ? vontade do cliente de criar espa?os flex?veis que possam abrigar fun??es distintas?, explicam os arquitetos.[/caption]   [caption id="attachment_8387" align="aligncenter" width="700"]projeto2 Constru?do em steel frame, o edif?cio ? fechado com placas heterog?neas (Viroc) ? um misto de part?culas de madeira e cimento, flex?vel mas bastante resistente. O mesmo material se encontra nos pisos e paredes internas. A cobertura, por sua vez, ? feita com telhas sandu?che met?licas (Montart), com isolamento termoac?stico. Na planta ? esquerda, vemos a perfeita integra??o entre os blocos, o que facilita a circula??o; na da direita, destaque para a
verticalidade da Yellowbox.[/caption]   [caption id="attachment_8388" align="aligncenter" width="698"]projeto3 Entre os dois volumes, a ?rea aberta com piso de granilite conta com ?rvores e, na outra face, uma horta que sustenta o refeit?rio local, com paisagismo de Rodrigo Oliveira.[/caption]   [caption id="attachment_8389" align="aligncenter" width="699"]projeto4 Na ?rea envidra?ada encontram-se os espa?os administrativos. Um muro d? forma ao corredor a c?u aberto e unifica a linguagem do projeto.[/caption]   [caption id="attachment_8390" align="aligncenter" width="700"]projeto6 O design de interiores, tamb?m assinado pelo escrit?rio Perkins+Will, contou com m?veis madeirados e claros (T?knika, by Interni).[/caption]   [caption id="attachment_8391" align="aligncenter" width="698"]projeto5 No corredor principal, at? mesmo a cobertura ? transl?cida, para maximizar a entrada de luz natural e potencializar a integra??o com a ?rea externa. A ilumina??o ? complementar, com l?mpadas dicr?icas. As portas s?o autom?ticas (Div Design).[/caption]   [caption id="attachment_8392" align="aligncenter" width="699"]projeto7 A circula??o ? realizada por meio de galerias, que conectam todos os espa?os e servem como amplos locais de exposi??o. Eles se abrem para salas de reuni?es envidra?adas, que seguem a linguagem transl?cida da constru??o.[/caption]   [caption id="attachment_8393" align="aligncenter" width="700"]projeto8 Os pain?is pr?-fabricados que formam o volume s?o heterog?neos e resistentes, ao combinar madeira e cimento. O
projeto luminot?cnico (Climar), com lumin?rias embutidas no forro, privilegia l?mpadas economizadoras.[/caption]   Imagens Daniel Ducci]]>

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